O varejo está passando por uma das maiores transformações da sua história. E não é exagero dizer que a crise sanitária que vivemos anos atrás acelerou algo que já estava no horizonte: o consumo deixou de ser físico para se tornar, cada vez mais, digital e experiencial.
Essa pauta por aqui, no Ponto de Performance, não é nova. Quando lancei o Workshop para LiveShop realmente lucrativa, já abordei essa tendência com vocês. Mas… Se é tendência, em uma hora emplaca: deixa de ser algo que tende a ser e vira algo estabelecido. Pois muito bem: essa realidade já está entre nós e, como diz o ditado, quem chega primeiro bebe água limpa. Estou aqui com a placa orientando você ao caminho da fonte para que você beba água limpa.
Lá fora, o movimento é impressionante. Na China, já existe shopping inteiro projetado não para vender produtos nas prateleiras, mas para servir como cenários de liveshops — estúdios de vendas ao vivo e estoque, onde a experiência é o centro do negócio. Você viu esse vídeo que fiz em 2024 sobre isso?
E por aqui?
Falando de Brasil, nosso país segue no mesmo caminho, mesmo que de forma mais gradual. Uma matéria recente do Valor Econômico revelou que shoppings brasileiros estão revendo seu modelo de operação. Antes focados em lojas, agora estudam se tornar espaços mais fortes para gastronomia, lazer e serviços. Como disse a especialista Andressa Kucinski, os shoppings estão deixando de ser centros de consumo nos moldes que tínhamos antes (sim, porque comer, ir ao cinema e usar as alamedas de serviço custa, e não é pouco!) para se tornarem hubs de relacionamento.
Sabe o que isso significa?
Significa que a palavra de ordem no consumo de hoje e nos próximos anos é experiência. É a experiência que atrai o cliente, cria conexão e faz com que ele volte para recomprar.
Por onde começar para gerar mais experiência ao cliente
Quero te provocar com uma pergunta: como você pode levar experiência para o seu negócio? Principalmente se você trabalha com manualidades, artesanato, doces, produtos criativos.
Aqui está o segredo: experiência não é só um toque bonito na embalagem ou um post inspirador no Instagram. É entender como o que você vende gera sentido na vida de quem compra. E para descobrir isso, existem três passos fundamentais que trago para você, de presente. Pegue seu caderno dos Aulões do PoP e anote:
Você tem clareza sobre o que você vende? Anote o que você vende.
Você sabe (de verdade, sem “eu acho que”) quem é o público que você quer atrair e sabe se já está atraindo quem você quer? Anote os perfis dessas pessoas (idade e demais informações).
Você tem clareza do que você quer entregar além do produto? O que é?
Quando você responde com profundidade a esses três pontos, entende exatamente o valor que sua marca oferece. A partir daí, isso precisa aparecer em cada detalhe da sua comunicação: na forma como você fala, apresenta e posiciona sua marca.
E se você quer ajuda mais direta ao ponto, posso te ajudar com essas missões: com a Diamond, minha mentoria ao vivo para marcas pessoais – confira aqui, e com o Oratória de Performance, nosso treinamento completo para transformar sua comunicação em um ativo poderoso em todos os seus canais de comunicação e relacionamento – confira aqui.

